Quanta tristeza cabe num texto? Quanta alegria cabe num dia? Não sei, e não saber as resposta não me assusta, me faz feliz.
Eu gosto de surpresas, sempre gostei, de repente a vida gira, algo acontece, alguém aparece e tudo muda.
Sem planos.
Sem rotina.
Sem espera.
Sem demora.
Mas muitos sorrisos, muitas lagrimas, muito acaso, muito destino, muito eu.
sexta-feira, 7 de março de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
E só vai crescendo...
Não te prometi meu amor, mas tá aí, toma, ele é todo seu. Você conquistou.
Meu coração cigano agora tem dono, morada e mantêm um sorriso constante no meu rosto.Você faz da minha vida um filme de comedia romântica da sessão da tarde, tudo que eu sempre sonhei.
O fundo do poço não tem mais tanta graça agora eu descobri que na superfície tem um amor calmo, certo e tranquilo. Agora que eu descobri o amor em você.
Me olha de mansinho, me abraça devagarinho, me beija como se não existisse hora, sem pressa pra nós, temos todo tempo do mundo juntos.
Meu coração cigano agora tem dono, morada e mantêm um sorriso constante no meu rosto.Você faz da minha vida um filme de comedia romântica da sessão da tarde, tudo que eu sempre sonhei.
O fundo do poço não tem mais tanta graça agora eu descobri que na superfície tem um amor calmo, certo e tranquilo. Agora que eu descobri o amor em você.
Me olha de mansinho, me abraça devagarinho, me beija como se não existisse hora, sem pressa pra nós, temos todo tempo do mundo juntos.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Quem é?
Conversa, fala, discute e nunca chega a nada.
Não sei porque ainda me dou ao trabalho de discutir com alguem, nunca resolve, e ainda fica magoa.
Você não entende que eu to acostumada a ser passada pra atrás; a ser enganada por quem na minha frente diz que ama e por trás tá falando que ama outra, outras. Aprendi a me defender não deixando as pessoas se aproximarem tanto da minha vida, porque quando elas forem escrotas, vai doer menos a traição.
Mas você não, você eu deixei fazer parte de tudo, não pode me cobrar não ter medo de ter me entregado tanto, toda. Tenho tanto medo de sofrer, que ainda fico na defensiva com você.
Relacionamentos, sempre tão difíceis e cheios de expectativas infundadas, a gente sempre espera mais do que o outro pode dar e acha ruim se o outro espera mais de nós.
Eu queria que a gente ficasse bem, mas, a cada vez que eu suponho que você pode estar me fazendo de boba, eu penso que nós já começamos com problemas e fico com mas medo de sofrer ainda.
Só me ama, não com palavras, mas ações. Confia em mim e me faz confiar cada dia mais em você. Me aceita diferente, que eu te aceito de volta. Me deixa ver verdade nos seus olhos sempre, pra eu não cometer o erro de te comparar a qualquer outro.
Desculpa o descontrole e o deboche, e não desiste de nós.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Au revoir, mon amour
Você me abraçou e um nó se fez na minha garganta. Não queria que você fosse, mas sabia que, mesmo ficando, não ficaria comigo.
Queria pedir, gritar, implorar não sei pelo o que, mas não queria simplesmente te abraçar e ir embora.
Odeio despedidas, sempre acabo aos prantos, com o nariz vermelho e o rímel borrado, não queria que você passasse por isso. Então te abracei e virei pro lado contrario ao que você estava, eu sabia que aguentava qualquer coisa, meu corpo encostado no seu no abraço, sua mão firme na minha cintura, seu beijo na minha bochecha gritando que nós dois sabíamos que tinha que ser na boca, sua respiração no meu pescoço, tudo, qualquer coisa, eu só não ia aguentar te olhar nos olhos e ter certeza da sua partida.
Queria pedir, gritar, implorar não sei pelo o que, mas não queria simplesmente te abraçar e ir embora.
Odeio despedidas, sempre acabo aos prantos, com o nariz vermelho e o rímel borrado, não queria que você passasse por isso. Então te abracei e virei pro lado contrario ao que você estava, eu sabia que aguentava qualquer coisa, meu corpo encostado no seu no abraço, sua mão firme na minha cintura, seu beijo na minha bochecha gritando que nós dois sabíamos que tinha que ser na boca, sua respiração no meu pescoço, tudo, qualquer coisa, eu só não ia aguentar te olhar nos olhos e ter certeza da sua partida.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Molejo me entenderia.
Você é vândalo, pula o muro que construí em volta do meu coração e invade, me enche de você, pra depois eu ficar cheia de saudades. Saudades de jogar conversa fora até tarde, dos "bom dia" depois do meio dia, da tarde deitados na rede fumando e dos seus olhos pequenos em cima dos meus.
É sempre bom te ter por perto, ser alvo das suas cantadas baratas, as suas mordidas na minha barriga e o tanto que é lindo o abrir e fechar da sua boca enquanto fala o apelido que me deu. Você ainda faz minhas pernas tremerem, minha barriga revirar, meus olhos brilharem e meu coração sapatear em cima da minha razão.
Ninguem nos apoia como casal, nem minhas amigas, nem minha mãe, e, por muitas vezes acho, que nem você. Por isso digo que já te superei, grito que não te quero mais, passo com outro na sua frente pra mostrar que to em outra, mas basta um encontro casual, um abraço e um cheiro no pescoço que eu caio, caio aos seus pés, esqueço do meu discurso preparado de porque-você-ainda-me-procura-do-nada-se-foi-você-que-não-me-quis-mais-? e do tempo que você ficou sem falar comigo. Esqueço principalmente de quem eu sou, porque na sua presença eu não sou mais minha, sou sua.
Me usa, me abusa, me pega e leva pro canto da sua cama, só não me devolve pro mundo de novo, sempre que você me devolve, eu deixo um pouquinho de mim com você e volto deficiente.
Era amor, era cilada e eu adorava. Você só não me bagunça mais, porque eu já sou uma bagunça sozinha.
É sempre bom te ter por perto, ser alvo das suas cantadas baratas, as suas mordidas na minha barriga e o tanto que é lindo o abrir e fechar da sua boca enquanto fala o apelido que me deu. Você ainda faz minhas pernas tremerem, minha barriga revirar, meus olhos brilharem e meu coração sapatear em cima da minha razão.
Ninguem nos apoia como casal, nem minhas amigas, nem minha mãe, e, por muitas vezes acho, que nem você. Por isso digo que já te superei, grito que não te quero mais, passo com outro na sua frente pra mostrar que to em outra, mas basta um encontro casual, um abraço e um cheiro no pescoço que eu caio, caio aos seus pés, esqueço do meu discurso preparado de porque-você-ainda-me-procura-do-nada-se-foi-você-que-não-me-quis-mais-? e do tempo que você ficou sem falar comigo. Esqueço principalmente de quem eu sou, porque na sua presença eu não sou mais minha, sou sua.
Me usa, me abusa, me pega e leva pro canto da sua cama, só não me devolve pro mundo de novo, sempre que você me devolve, eu deixo um pouquinho de mim com você e volto deficiente.
Era amor, era cilada e eu adorava. Você só não me bagunça mais, porque eu já sou uma bagunça sozinha.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Camping no meu coração
Sempre que eu canso e quero fugir de tudo, te incluo nos meus planos.
A companhia perfeita, diversão garantida, muito carinho, só nós dois e o barulho dos passarinhos.
Eu trocava toda a comodidade da minha casa, por uma barraca pequena no meio do mato se fosse com você.
A companhia perfeita, diversão garantida, muito carinho, só nós dois e o barulho dos passarinhos.
Eu trocava toda a comodidade da minha casa, por uma barraca pequena no meio do mato se fosse com você.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Super herói.
E eu queria poder gritar pro mundo que agora eu tenho você. Esfregar na cara de todos os rapazes que me esnobaram e falaram que eu não ia conseguir ninguém pra me aguentar, que eu consegui sim. Pras tias que perguntam "cadê o namoradinho?" nos eventos familiares, tá aqui, arrumei.
Queria contar tudo que eu sinto, mas eu tenho medo de te assustar, tenho muito medo mesmo, porque no fundo eu sou uma medrosa que tem tanto amor pra dar, que não sabe como fazer isso sem assustar os outros.
Mas não, eu não vou gritar, nem esfregar você na cara de ninguém, esse nosso sentimento é sussurro, é não precisar dizer uma palavra e só se olhar pra saber o que o outro quer dizer, é toque com a porta do quarto fechada, é abraço na rua escura e beijo na escada do meu prédio, é mãos dadas no meio da multidão, é musica pra lembrar do outro, é um gostar que não precisa ser dito, porque da pra ver, da pra sentir.
É homem aranha, conseguiu prender essa Mary Jane que sempre morreu de medo de compromisso sério na sua teia. Você não conseguiu me salvar do assalto, mas me salvou de uma coisa muito mais importante, do medo de gostar de verdade de alguem.
Das tantas coisas que têm me ensinado, a reciprocidade têm sido a mais importante.
Pode ser cedo pra dizer isso, mas obrigada.
Queria contar tudo que eu sinto, mas eu tenho medo de te assustar, tenho muito medo mesmo, porque no fundo eu sou uma medrosa que tem tanto amor pra dar, que não sabe como fazer isso sem assustar os outros.
Mas não, eu não vou gritar, nem esfregar você na cara de ninguém, esse nosso sentimento é sussurro, é não precisar dizer uma palavra e só se olhar pra saber o que o outro quer dizer, é toque com a porta do quarto fechada, é abraço na rua escura e beijo na escada do meu prédio, é mãos dadas no meio da multidão, é musica pra lembrar do outro, é um gostar que não precisa ser dito, porque da pra ver, da pra sentir.
É homem aranha, conseguiu prender essa Mary Jane que sempre morreu de medo de compromisso sério na sua teia. Você não conseguiu me salvar do assalto, mas me salvou de uma coisa muito mais importante, do medo de gostar de verdade de alguem.
Das tantas coisas que têm me ensinado, a reciprocidade têm sido a mais importante.
Pode ser cedo pra dizer isso, mas obrigada.
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