segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Fragmentos

   Cultivo imensidão de relações superficiais, baseadas na sociabilidade humana.
Criei um limite pra minha privacidade, não deixo que os outros ultrapassem a linha, não falo da minha vida, não quero que falem da minha vida, a opinião de vocês, honestamente, não me importa, não gosto de ser o assunto, nunca gostei.
As sombras me agradam.
Gosto de muita gente, incontáveis multidões de pessoas, mas guardo meus sentimentos e segredos pra quem amo e amo tão poucas pessoas...
  Você, que me conhece, que sabe que me conhece bem, que já falou isso.
Sabe das minhas intensidades desregradas, sabe do meu coração mole e dos meus medos, sabe que tudo muda, tudo esta em movimento, sempre que nos vemos não somos mais os mesmos do ultimo encontro. Você, que não tem nada a ver com perfeição, mas sim com sintonia, que sabe que meu amor por você permanece intacto em meio aos cacos de vidro da vida, que amo tudo que você é, incluindo facilmente as partes ruins.
Quem eu amo me gera um misto de sensações, que juntas me fazem sentir viva.
E de sentir eu gosto muito.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

O infinito que é sentir

Um filme triste, varias reflexões.
Queria escrever muitas coisas, mas nada sai, só as lagrimas.
Saudades. 
Se não posso dizer, escrevo.

domingo, 24 de janeiro de 2016

23

Acordo
do coma da rotina,
hoje
não há culpa para me apontarem dedos.

Retomo o que entendo sobre mim,
apos tanto tempo me desencontrando
em tudo e todos ao meu redor
quero me reconhecer
volto ao passado - não me interessa mais-
quero o hoje.
Tento escrever o que não se traduz
-por curiosidade ou por saudade-
assino os papeis,
reconheço,
lembro e
assumo minhas escolhas.
Com um certo aperto
me preparo pro futuro
mas, dessa vez, sem ansiedade.
Movimento, sintonia, amor
emociona muito.

Concluo:
chega de dias cinzentos.

Estafada da realidade,
sigo sonhando!!



*(com lagrimas, mas feliz por ter sido lembrada de quem sou e principalmente de sonhar)*


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Em 4 atos:

cantar só pra te ver dançar

escrever só pra você ler

morrer de saudade só pra você vir me ressuscitar

te olhar só pra te amar cada vez mais
.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Uni-verso

  Há pouco tempo me disseram que não é saudável estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente - ou mais ou menos isso -, semanas depois lembrei e, como acredito que tudo e todos estão interligados, isso não podia passar batido na minha vida, é um pequeno sinal de ajuda pra quem ta perdida na complexa neblina existencial.
Nisso, conclui que não estou reclamona, estou insatisfeita, passiva, insensível, impaciente com esse tempo, que passa despercebidamente rápido demais, que a gente gasta com obrigações, nos privando de realmente aproveita-lo.
  Me sinto gastando a vida com inutilidades e futilidades sócias, que não trazem crescimento pra alma, é "ter" atrás de "ter" e o "ser" fica excluído, o proposito da alma não é procurado, a força interior não é citada, o caminho pra expansão da consciência e da compreensão do poder único que cada ser carrega é coisa de desajustado da realidade.
Na vida real não tem mais espaço pra sonhador, só pra inercia da rotina...

Tá tudo bem não estar tudo bem, seguir o fluxo não é viver.